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quinta-feira, 3 de junho de 2010

Porvir

Que graça teriam os dias
sem mistérios para desvendar?
Sem cantos mal iluminados
flores a desabrochar...

Cantos, contos, sonhos, poesias
O esplendor de cada verso está no
escondido, mágico, ambíguo
Em cada traço latente.

Espera, anseio, desejo
Que sejam saciados
Que o calor preencha,
invada, tome conta!

Mas que o frio volte
Traga novos segredos
novas frestas por onde espiar
alimento da alma a sonhar.

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